Associação Socioprofissional dos Faroleiros junta-se ao plenário do dia 15 com as restantes associações militares e militarizadas.

Após o conhecimento do projeto de decreto-lei do governo acerca da reposição do tempo de serviço, e como a profissão de faroleiro se encontra assente nos mesmos termos das carreias especiais e vinculada ao vencimento dos militares, esta associação não podia deixar de se sentir indignada pelos termos propostos no referido diploma.

Assim além de subscrever o comunicado efetuado pelas direções da Associação de Oficiais das Forças Armadas, Associação Nacional de Sargentos, Associação de Praças, da Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima, Associação Nacional de Sargentos da Guarda e pela Associação dos Profissionais da Guarda, a ASPFA marcará também presença no plenário do dia 15 em Lisboa.

É com grande preocupação que a Direção Nacional da ASPFA vê a atribuição de apenas um (1) ano e alguns meses à progressão na carreira, fazendo o governo um apagão no restante tempo que fora “congelado”. Ao aplicar o diploma na forma como foi redigido, iria se verificar inversões inaceitáveis, numa questão que tem a hierarquia como base. Tal não se compreende, sendo esta uma profissão de desgaste rápido e que há muito já vem sendo fustigada por sucessivos cortes e penalizações quer no vencimento, quer noutras regalias. Recentemente verifica-se o caso da não aceitação da aplicação da Lei n.º 71/2018 de 31 de dezembro para a passagem à aposentação a quem o requereu e reúne as condições necessárias e ainda existe a implementação do novo regime de avaliação dos militarizados, que é igual à dos militares, mas que ninguém explicou como se aplica na prática nem que alterações benéficas dai advém para os faroleiros. Mas uma coisa já a ASPFA constatou, a morosidade que se faz sentir na introdução das novas avaliações está já a atrasar significativamente os movimentos do pessoal para 2019, esperando-se assim que o processo esteja concluído muito para lá do desejável, estando a afetar a coesão no grupo 6. Esta é uma situação que se tem agravado nos últimos anos e à qual já esta Direção Nacional alertou para os seus efeitos adversos junto da Repartição de Pessoal de Civil e Militarizados.

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